(Claudia Fonseca, Família, fofoca e honra)
18.1.11
Minhas primeiras experiências como antropóloga foram em sociedades tribais, na Oceania e na África. Aprendi o ofício fazendo diários de campo à luz de um lampião de querosene. Embora aprecie trabalhos antropológicos que prescindem desses métodos sem deixar de contribuir grandemente para a disciplina, tive meu próprio modo de fazer ciência e a minha própria identidade profissional. Por tudo isso, atrás das narrativas desse volume, há uma fé no trabalho de campo – longas horas, aparentemente “jogando tempo fora!” na observação de cidadãos comuns em suas rotinas banais.
Jurema Brites
Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
GEPACS – Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Gênero e saúde
NACI – Núcleo de Antropologia e Cidadania
ANDARILHOS ÍMPAR – Grupo de Estudos e Práticas de Pesquisa Etnográfica
GEPACS – Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Gênero e saúde
NACI – Núcleo de Antropologia e Cidadania
ANDARILHOS ÍMPAR – Grupo de Estudos e Práticas de Pesquisa Etnográfica
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